Bem vindo! Este blog tem o objetivo de compartilhar as poesias, sonetos e poemas, escritos por mim com todo carinho para você!

"Enquanto tu sonhas acordado,
Estarei apagando meu passado,
Do sentimento tão retratado,
Em cada poema aqui destilado!"

BY Sol Figueiredo - 05/09/2011

quinta-feira, 17 de novembro de 2011

Soneto 21: Meu desejo!




Meu desejo!


Nesse momento, meu único desejo
Estar ao teu lado é o que eu ensejo,
Te abraçar apertado, tanto almejo,
Sentindo em mim o sabor do seu beijo!

Quando você surgiu naquele dia,
Me trouxe assim tamanha alegria,
Senti invadir em mim essa euforia,
Mas hoje só restou dor e agonia!

Nessa falta que você ainda me faz,
Nunca pensei que fosse mesmo capaz,
De me arrepiar e tirar a minha paz!

Já não sei mais nem o que devo pensar,
Pois só há a sua imagem no meu olhar,
Enfim ao seu lado eu desejo estar!

© SOL Figueiredo
21/07/2011 – 09:15h
Reeditado em 04/09/2011

Publicado no Recanto das Letras em 04/09/2011 – 20:52h
Código do Texto: T3100863

sexta-feira, 11 de novembro de 2011

Dueto 7: Marcos vm loures & SOL Figueiredo – Junto Contigo!



Dueto Marcos vm loures & SOL Figueiredo – Junto Contigo!


JUNTO CONTIGO

Ao estender meu peito sobre o teu
Na madrugada fria, quase morta,
Senti que meu destino se perdeu
No colo que onde meu sonho, manso, aporta.

E decididamente fui feliz.
Embora melancólico meu mundo,
Pois com certeza, és tudo o que já quis
Com teu olhar tão calmo e tão profundo.

Tens a doçura calma de que sabe
Que apesar deste sonho tão imenso
De ser livre; que quase não me cabe,

Do modo de viver que é mais intenso.
Depois de tanto vôo e tanto pouso,
No teu colo é que encontro meu repouso...

Marcos Loures

Junto contigo estarei  meu querido,
Pelo resto de minha mui pobre vida,
Quando achava que estava tão perdida,
Encontrei só em ti, um novo sentido!

Junto contigo pra sempre quero estar,
Como fosse poema de um amor feliz,
Aquela doce poesia que ainda nem fiz,
Ficaria a noite inteira assim, a poetar!

Junto contigo vamos viver um amor,
Nem que seja um simples amor amigo,
Sim, eu sinto em ti um forte abrigo!

Ou até seja, também, um amor bandido,
Sem armas, meu coração foi rendido,
Junto contigo pelo intenso amor!

© SOL Figueiredo – 11/11/11 – às 23:58h



© SOL Figueiredo & Marcos vm loures
11/11/2011.


Publicado no Recanto das Letras em 12/11/2011 – 00:02h
Código do Texto: T3331056

Dueto6: SOL Figueiredo & Marcos vm loures – Por onde andava esse amor!




Dueto SOL Figueiredo & Marcos vm loures – Por onde andava esse amor!


Por onde andava esse amor,
Apenas dolorosa dor deixou,
Dizendo que eu era sim seu amor,
Foi embora e me abandonou!

Por onde andava esse amor,
A cada dia que então passava,
Mais longe de mim você ficava,
Eu estou sofrendo seu desamor!

Por onde andava esse amor,
Chorando tanto, mas não tem jeito,
Viverei assim, sem nenhum rancor!

Agora ainda resta essa dor,
Que reside dentro do meu peito,
Por onde andava esse amor!

SOL Figueiredo


Vagando entre os espaços, pensamento,
Adentro este infinito que pudesse
Tramar o quanto tento e me parece
Maior do que deveras sei que alento,

Vencendo num rompante o sofrimento,
O amor seria sempre uma benesse,
Este caminho em luz que a vida tece
E tem nesta emoção raro fomento,

Por onde andara o sonho interminável
Do amor que se percebe ora palpável
Durante o longo estio, solidão,

Cevasse esta semente em esperança
E o todo sem limites já se alcança
Regado com coragem, coração...

Em 11 de novembro de 2011 11:32

Marcos vm loures

© SOL Figueiredo & Marcos vm Loures
11/11/2011.

Publicado no Recanto das Letras em 11/11/2011 – 21:51h
Código do Texto: T3330852

quinta-feira, 10 de novembro de 2011

Dueto 5: Dueto Marcos vm loures & SOL Figueiredo – O Desamor!




Dueto Marcos vm loures & SOL Figueiredo – O Desamor!


Aquele amor, que um dia destruiu,
Aquilo tudo que eu sinto agora,
Meu coração então ainda chora,
Tanta dor, que o encantamento ruiu!

Nem sei dizer se seu desamor doeu,
Mesmo com toda sua indiferença,
Aquela que decretou minha sentença,
Me fez sofrer, pois seu amor não era meu!

Não sou absolutamente nada,
Vagando nessa longa estrada,
O que será de mim sem seu calor?

Então agora, o que é que eu faço,
Se meu amor se quebrou em pedaço,
De só receber esse desamor!


© SOL Figueiredo

Amores que se perdem no vazio
Os dias são terríveis quando vejo
Esvaecido aquém, algum desejo,
Tornando este cenário mais sombrio,

E quando tantas vezes desafio
O fato do que possa em dor e pejo
Traçar o quanto reste a cada ensejo
Vivendo este momento amargo e frio.

O amor que não se fez em plenitude
Ainda que deveras algo mude
Expressará desta alma o funeral,

Ousasse pelo menos ter no olhar
O quanto sei que nunca irá tocar,
O mundo não seria tão venal...

Marcos vm loures

© SOL Figueiredo & Marcos vm loures
10/11/2011.

Publicado no Recanto das Letras em 10/11/2011 – 23:35h
Código do Texto: T3329128

domingo, 6 de novembro de 2011

Dueto 4: Nosso canto!



Dueto Marcos Loures & SOL Figueiredo – Nosso canto!

MEU CANTO

Meu canto se mostrasse mais agudo
Nas várias ilusões que me tocassem
E quando de tal forma desenhassem
O tanto que eu desejo e nada mudo,

O vento se mostrara sem que eu possa
Trazer alguma fonte além daquela
Que aos poucos sem cadência se revela
Marcando o dia a dia em rude troça,

Não meço mais palavras quando digo
Dos erros que costumo cometer
A vida se esbaldando sem prazer,
O velho se transforma em desabrigo,

Negar o que viria simplesmente
É tudo o quanto a vida me consente...
Marcos Loures
Teu Canto Me Encanta!

Em teu canto tu falaste em amor,
Mesmo em simples palavras te digo,
Ninguém te ama mais que eu, amigo,
Seja lá do jeito qualquer que for!

Antes que amanhecesse esse dia,
Tu estavas em meu pensamento,
Sinto-te em mim a todo momento,
Quero-te aqui, em minha companhia!

Sonho o teu sonho, com total prazer,
Faço tudo para ficar contigo,
Grita alto que sou teu bem querer!

Faz de mim teu ancoradouro,
Que seja então teu doce abrigo,
Não negue esse amor que vale ouro!
SOL Figueiredo – 06/11/11 – 17h.


Encanta-me saber do quanto um canto
Que possa transmitir tranquilidade
Expressa a mais sublime claridade
E nisto se vencesse algum quebranto,

O amor que se fizera neste tanto
Aonde se anuncia e sempre agrade
Ao todo que traduza a liberdade
Que a cada novo verso eu adianto,

Ecoa mais distante esta certeza
Da rara maravilha em tal beleza
Sintonizando em claras sintonias,

E sei do quanto possa num segundo
Vagar porquanto quero e assim me inundo
Do verso que deveras tu trarias...

Marcos Loures - 6 de novembro de 2011 17:09


ENCANTO COM TEU CANTO

Em ti quero assim me espelhar,
Trazendo um amor de verdade,
Será sim com total liberdade,
Sentimento tão puro a espalhar!

De certo, que tu estás bem longe,
Mesmo com toda dificuldade,
Te quero hoje e na eternidade,
Sem qualquer dúvida no que tange!

Amor para toda uma vida,
Por ti ficar enfim tão perdida,
De prazer de estar só contigo!

São tantas coisas para te dizer,
Com palavras e versos a escrever,
Sou feliz por estar bem, amigo!

Sol Figueiredo - 06/11/11 – 18:20h


Ouvindo a tua voz eu me apascento
E tanto que sofrera em rude vida
Ao ver a minha sorte já perdida
Jogada sem sentido ao forte vento,

Assim quando me entranha o pensamento
A luta noutra face desmedida
O canto que deveras se lapida
Expressa o quanto tente o sentimento,

Restauro os meus caminhos pós as quedas
E quando noutro passo ora enveredas
Marcantes ilusões ditando o sonho,

De fato o que pudesse ser além
Ainda na verdade o canto tem
Moldando o quanto quero e te proponho...

Marcos Loures -6 de novembro de 2011 18:27

© SOL Figueiredo & Marcos Loures
06/11/2011- 17h às 18:27h.

Publicado no Recanto das Letras em 06/11/2011 – 21:59h
Código do Texto: T3321204

sexta-feira, 4 de novembro de 2011

Soneto 20: Karen!




Karen!

Karen, serás sempre minha neném,
Te amo sim, minha doce princesa,
Não te trocaria por nenhum vintém,
Daria minha vida em tua defesa!

Coitado desse meu coração,
É sempre culpado sem ter razão,
Carregado de tanta emoção,
Espera ainda pelo teu perdão!

Com todo meu carinho e amor,
Saibas que estarei ao teu dispor,
Sua mãe sempre serei, seja como for!

Só quero de ti o teu amor, meu bem,
Aquecendo meu coração também,
Desde que nasceu, tu és o meu amor!


© SOL Figueiredo
03/09/2011 às 14:30h

Publicado no Recanto das Letras em 03/09/2011 – 17:21h
Código do Texto: T3199213

quarta-feira, 2 de novembro de 2011

Soneto 19: Hoje!




Hoje!

Hoje, foi um dia que eu nem sabia,
De tanta dor, meu coração calou,
Não percebia, mas eu já te perdia,
Mesmo assim o tempo não parou!

Hoje, aqueles beijos até queria,
Mas foste comigo assim tão frio,
Percebi que você não deixaria,
Pois não sentiu nenhum arrepio!

Hoje, meu coração de amor doeu,
Pedia que eu saísse dessa agonia,
De tamanha dor que até sofreu!

Hoje, nessa noite fria gostaria,
De só estar em tua companhia,
Esse doce amor não pereceu!


© SOL Figueiredo
19/07/2011 às 14:25h
Reeditado em 31/08/2011

Publicado no Recanto das Letras em 31/08/2011 – 17:21h

terça-feira, 25 de outubro de 2011

Soneto 18: Bem Vindo, Meu Amor!



Bem Vindo, Meu Amor!

Naquele dia, quando aqui chegou,
Na mesma hora, você percebeu,
Que de pernas bambas me deixou,
Logo, meu coração enlouqueceu!

Uma semana foi se passando,
Cada vez mais nos conhecendo,
Nosso amor então aflorando,
Esse calor só nos aquecendo!

Meu corpo que tanto te desejou,
Muitos carinhos entre nós rolou,
Assim o nosso amor nasceu!

Bem vindo, o meu coração falou,
Seu calor jamais se esqueceu!
Meu amor agora é todo seu!


© SOL Figueiredo
06/08/2011 – às 17:55h.
Reeditado em 30/08/2011

Publicado no Recanto das Letras em 30/08/2011 – 17:21h
Código do Texto: T3191274

segunda-feira, 24 de outubro de 2011

Dueto 3: EU TE AMO II - DUETO MARCOS LOURES E SOL FIGUEIREDO



EU TE AMO

Percorro mil estrelas num segundo,
Vagando sem descanso no infinito,
O coração, eterno vagabundo,
Fazendo da alegria, um culto, um rito.

De essências mais suaves eu me inundo,
Beijando cada flor; no céu que fito
Mergulho em tal beleza e me aprofundo
O amor deixa de ser um vago mito.

Saber por onde andaste, o que fizeste,
A fruta que preferes, qual perfume;
Tu trazes nova vida ao solo agreste,

Sorrio e num momento me liberto,
Seguindo passo a passo o raro lume
Do encanto que me salva do deserto...

MARCOS LOURES
EU TE AMO II

Amo-te tanto, como nunca antes,
Teu amor coloriu meu amanhecer,
Seremos sim, eternos amantes,
Buscando, enfim, um lindo renascer!

Amo-te a cada dia, a cada instante,
Como um beija-flor que ama a flor,
Te vejo magnífico como um mirante,
Que descortina o céu pleno de amor!

Amo-te cada noite, a cada manhã,
Como sol que brilha para sua lua,
Quero ser tua amada, ser toda tua!

Amo-te hoje e te amarei amanhã,
Amo-te amiga, amo-te amante,
Por toda minha vida, eternamente!

SOL Figueiredo - 24/10/2011 - 16:25h

© SOL Figueiredo & Marcos Loures


Publicado no Recanto das Letras em 24/10/2011 – 17:02h
Código do Texto: T3295734

domingo, 23 de outubro de 2011

Dueto 2: EU TE AMO - DUETO MARCOS LOURES E SOL FIGUEIREDO


 
EU TE AMO - DUETO MARCOS LOURES E SOL FIGUEIREDO

EU AMO VOCÊ

Se eu peco por tentar felicidade,
Vacilo quando encontro o grande amor,
Não quero mais perder tranquilidade,
Por isso caia fora; por favor.

O sol jamais sonega claridade,
Assim eu vou pegando alguma cor,
Na roça, na palhoça ou na cidade,
Não tenho quase nada a te propor

Senão um velho carro, uma Brasília,
Um resto de fogão, pouca mobília,
Escudo do Fogão na geladeira.

Estrado está quebrado, tem colchão,
A gente dorme junto então no chão,
É só tomar cuidado com goteira...

MARCOS LOURES

EU TE AMO

Nunca desistas de teu grande amor,
Seja ele de uma forma qualquer,
Te faça feliz, seja lá como for,
Levando felicidade a quem te quer!

Amor não requer ter dinheiro,
Basta doar esse sentimento,
Que seja então verdadeiro,
Terás amor a todo momento!

Não saberia nunca te dizer,
Se seria feliz sem teu amor,
Por isso estou aqui a te propor!

Venha para mim, meu bem querer,
Venha me amar, meu querido,
Venha ser meu eterno abrigo!


Sol Figueiredo - 23/10/2011 - 21:20h 
EU AMO VOCÊ II
O grande amor movendo nossas vidas
Trazendo esta esperança a cada instante
E quando noutro encanto se adiante
Encontra em labirintos as saídas,

Vencer as mesmas lutas resumidas
No vago caminhar que torturante
Morrera e renascera doravante
Nas tramas entre tantas presumidas,

Amar-te e, de repente, ser além
Do todo que de certo quero e vem,
Traçando no infinito cada verso.

Pousando mansamente nos teus braços
Depois de tantos dias, rudes, lassos,
É como renovar meu universo.
MARCOS LOURES
© SOL Figueiredo & Marcos Loures
23/10/2011 – às 21:20

Publicado no Recanto das Letras em 23/10/2011 – 22:40h
Código do Texto: T3294426

Dueto 1: NOSSO SONHO Dueto SOL FIGUEIREDO e Marcos Loures


 
NOSSO SONHO Dueto SOL FIGUEIREDO e Marcos Loures

Amanheceste deste lindo sonho,
Estarei contigo sempre, meu amor,
Embora de modo tão tristonho,
Que trazes pra ti tamanha dor!

Eu queria estar aí ao teu lado,
Sentir sim de teu corpo teu calor,
Beijar ardentemente meu amado,
Amando-te sem o menor pudor!

Não lamentes nada nessa vida,
Verás que essa dor tão sofrida,
Será um dia só mero passado!

Viveremos esse sentimento,
De alguma forma, ser amado,
Hoje e em qualquer momento!

SOL FIGUEIREDO

A vida mesmo quando nos traísse
Trouxesse algum alento logo após,
Ouvindo da esperança a mansa voz
Deixando para trás qualquer tolice,

O quanto neste amor já se previsse
Vagando dentro da alma, vivo em nós,
Ousando acreditar, mesmo feroz,
No sonho que se faça com meiguice.

Amar e ter no amor um porto um cais,
Após os mais diversos temporais
Sanando quaisquer erros do passado,

Vivendo o que me resta tão somente
No encanto quando enfim já se fomente
Do sonho ora afinal realizado.


© SOL Figueiredo & Marcos Loures
23/10/2011 – às 10:35 – 10:55h

Publicado no Recanto das Letras em 23/10/2011 – 11:28h
Código do Texto: T3293310
Copyright © 2011. Todos os direitos reservados.

sábado, 22 de outubro de 2011

Soneto 17: Lua Nua!




Lua Nua!


Nessas voltas em que dá a linda lua,
Sempre ilumina toda minha rua,
Fico a olhá-la pela janela,
Não há enfim coisa mais bela!

Pela manhã, estou na cama tua,
Ao teu lado, fico toda nua.
Meu corpo inteiro a te propor,
Carinhos feitos de pleno amor!

Queria ser perfeita como ela,
Viver assim sem menor cautela,
Te amar sem ter o menor pudor!

Sei que nunca mais serei tua,
Mesmo assim queria ser tua nua lua,
Seja lá do jeito que preciso for!

© SOL Figueiredo
18/07/2011 – às 00:35h
Reeditado em 22/10/2011

Publicado no Recanto das Letras em 29/08/2011 – 19:56h
Código do Texto: T3189514
Copyright © 2011. Todos os direitos reservados.

sexta-feira, 21 de outubro de 2011

Soneto 16: Fases da Lua!



Fases da Lua!


A noite veio nos espiar,
E a lua ali a nos clarear,
Sou mulher intensa e tua,
Mulher de fases como a lua!

Em minha fase nova,
Tudo em mim se renova,
Cada fase crescente,
Tudo torna-se diferente!

Na minha fase cheia,
O sangue ferve na veia,
Só um instante na minguante!

Minha vida anda assim,
Um dia bom e outro ruim,
E cada vez mais sufocante!

© SOL Figueiredo
18/07/2011 – às 00:35h Reeditado em 29/08/2011

Publicado no Recanto das Letras em 29/08/2011 – 15:49h
Código do Texto: T3189105
Copyright © 2011. Todos os direitos reservados.

quarta-feira, 12 de outubro de 2011

Soneto 15: Espero por ti!



Espero por ti!


Saibas que quando tu partiste,
Tudo que era doce, ficou triste,
Meu coração por ti só insiste,
Sim, aquele amor ainda existe!

Ser feliz contigo eu quisera,
Ter teu amor nunca pudera,
Estou sozinha à tua espera,
Sentindo essa dor que impera!

Saibas que teus poemas eu li,
De ti, muitas saudades senti,
Pena, esse amor eu não vivi!

Ser amada por ti, sempre quis,
Nessa vida sou uma aprendiz,
Meu coração me diz: seja feliz!


© SOL Figueiredo
25/08/2011 – às 17:00h.

Publicado no Recanto das Letras em 25/08/2011 – 17:04h
Código do Texto: T3181800
Copyright © 2011. Todos os direitos reservados.

domingo, 9 de outubro de 2011

Soneto 14: Frio!



Frio!


Como posso sentir tanto frio,
Se eu moro no estado do Rio?
Tem horas que dá muito arrepio,
Parece até que vou congelar!

Ó Meu Deus, esse tal suplício,
Nesse tempo, sair é sacrifício,
É como se atirar no precipício,
Haja coragem para enfrentar!

Pior então é o frio na relação,
Que bate direto no coração,
Seu amor por mim está a gelar!

Não sei o que dói mais agora,
Se é o frio que está lá fora,
Ou ter você mesmo sem me amar!


© SOL Figueiredo
22/08/2011 – às 16:30h.

Publicado no Recanto das Letras em 22/08/2011 – 16:34h
Código do Texto: T3175625
Copyright © 2011. Todos os direitos reservados.

segunda-feira, 3 de outubro de 2011

AVALANCHE: Vai cantando, meu amor, DUETO SOL FIGUEIREDO E M...

AVALANCHE: Vai cantando, meu amor, DUETO SOL FIGUEIREDO E M...: Vai cantando, meu amor, Esse canto tão suave, Um dia quem sabe, Acabe enfim essa dor! Sol Figueiredo Coração sem ter cuidado Segue ...

AVALANCHE: Como é bom te amar DUETO SOL FIGUEIREDO E MARCOS L...

AVALANCHE: Como é bom te amar DUETO SOL FIGUEIREDO E MARCOS L...: Olhando bem teu retrato, Descobri tua verdade, Tanta beleza, de fato, E só restou a saudade... Marcos Olhando bem teu retrato, Des...

domingo, 2 de outubro de 2011

Soneto 13 - Coração Apaixonado!



Coração Apaixonado!


Ó, meu coração apaixonado,
Só há em ti aquela emoção.
Ouvi uma canção ao teu lado,
Transbordou-o de tanta paixão!

O amor agora transformado,
Eu estou sim toda na tua mão.
Um amor lindo e sem pecado,
Carregado de tanta sensação!

Nesta pura e doce curtição,
Pelas bocas assim enlaçados,
Com essa tamanha perdição!

Então, nosso amor não é em vão,
São destinos enfim atrelados,
Atados numa perfeita união!


© SOL Figueiredo
09/08/2011 – às 18:55h.Reeditado em 21/08/2011
Publicado no Recanto das Letras em 21/08/2011 – 19:40h
Código do Texto: T3173895
Copyright © 2011. Todos os direitos reservados.

sábado, 1 de outubro de 2011

Soneto 12 - Gostaria!



Gostaria!


Gostaria a partir desse dia,
Não precisar mais sofrer!
Assim sem essa nostalgia,
Pra sempre eu vou viver!

Gostaria, ah como eu queria,
Enfim, nunca mais te perder!
Escrever nessa triste poesia,
Que quero pra sempre te ter!

Gostaria nessa noite fria,
Ter sempre tua companhia
E nunca mais ver-te partir!

Ó, como eu ainda gostaria,
Melancolia não mais sentir!
Só harmonia vai sim existir!

© SOL Figueiredo
15/07/2011 – às 18:45h Reeditado em 21/08/2011
Publicado no Recanto das Letras em 21/08/2011 – 13:31h
Código do Texto: T3173337

Copyright © 2011. Todos os direitos reservados.

quinta-feira, 29 de setembro de 2011

Soneto 11 - Felicidade em ter você!



Felicidade em ter você!


Felicidade é um estado de ser,
Não só um simples momento,
Onde aquele doce sentimento,
Peço sempre com você viver!

Acordo em cada novo amanhecer,
Fico a lembrar o seu olhar em mim,
Desejando ser tocada por você sim,
Querendo em você, toda me perder!

Ter você para toda minha vida,
Nunca mais aquela dor sofrida,
Para sempre dela me esquecer!

Um amor assim é só felicidade,
Com você será uma eternidade,
Enfim juntos vamos envelhecer!

© SOL Figueiredo
20/08/2011 - 23:50h
Publicado no Recanto das Letras em 21/08/2011 – 00:07h
Código do Texto: T3172499

Copyright © 2011. Todos os direitos reservados.

terça-feira, 27 de setembro de 2011

Soneto 10 - Encontrei Você!



Encontrei Você!

Encontrei você num mundo virtual,
Onde cada um vê o amor tal qual,
um amor daqueles que se pode ter,
Mesmo assim, ainda se pode crer!

Encontrei você num mundo de fantasia,
Onde cada um lê na inspiração da poesia,
Um amor daqueles que nem o seu ser,
Pode impedir o mesmo acontecer!

Encontrei você no mundo da solidão,
Onde a tristeza doía demais meu coração,
Sim, ele até então só sabia sofrer!

Encontrei você num mundo do amor,
Onde o carinho e esse doce ardor,
Me traz alegria, fazendo te querer!


© SOL Figueiredo
27/06/2011 – 01:50h – revisto em: 20/08/2011 22:20h
Publicado no Recanto das Letras em 20/08/2011 – 22:21h
Código do Texto: T3172331
Copyright © 2011. Todos os direitos reservados.

segunda-feira, 26 de setembro de 2011

Soneto 9 - À espera de um novo amanhecer!



À espera de um novo amanhecer!

Meus doces sonhos misturados,
Aos seus sonhos encantados,
Eles então serão comparados,
A um lindo e novo amanhecer!

Seu sorriso será um colírio,
Nos meus olhos em delírio,
Acabando com meu martírio,
Fazendo de mim um novo ser!

Eu escrevo das dores que sinto,
Verdade sim, acredite não minto.
Espero delas só me lembrar!

Seria alegria ler essa poesia,
Então perceber que tal agonia,
Nunca mais irei enfim passar!


© SOL Figueiredo
11/07/2011 – às 16:10h.
Reeditado em 20/09/2011

Publicado no Recanto das Letras em 16/08/2011 – 21:30h
Código do Texto: T3164199
Copyright © 2011. Todos os direitos reservados.

Soneto 8 - Decepção!



Decepção!

A decepção é um privilégio,
Como uma proteção divina.
Só o amor será um remédio,
A solução que a vida destina!

A decepção não é um lamento.
Um trampolim para fase melhor.
Tal dor assim, tanto sofrimento,
Acabamos aprendendo de cor!

É a hora de “sacudir a poeira”,
Amor certo para vida inteira,
Quem sabe, juntos envelhecer!

Depois de tamanha decepção,
Nunca mais quero sofrer não!
Valorizarei quem me merecer!

© SOL Figueiredo
13/07/2011 – às 15:45 Reeditado em 20/09/11
Texto inspirado de: "Decepção não é tristeza" de Elizabete Pires

sexta-feira, 16 de setembro de 2011

Soneto 7 - Esperança!






Esperança!



Seus passos serão o caminho,
Que minha vida em desalinho
Vai mudando assim de mansinho,
Buscando um novo rumo seguir!

Sua vida será uma guarida,
Um forte para a minha vida,
Como uma terra prometida,
De um destino a se cumprir!

Seus carinhos e beijos eu quero,
Com seu amor doce e sincero,
Destilando de vez meu torpor!

Que tudo seja do jeito que for,
Eu não quero mais nenhuma dor,
Apenas ser sua e ter o seu amor!



© Sol Figueiredo
15/08/2011 – às 16:01h
Publicado no Recanto das Letras em 15/08/2011 – 16:16h
Código do Texto: T3161571
Copyright © 2011. Todos os direitos reservados.

quinta-feira, 15 de setembro de 2011

Soneto 6 - Deficiência Na Minha Alma!


Deficiência na minha alma!


Viu, eu sou mesmo deficiente.
Sim, deficiente total de afeto,
Claro, está assim tão evidente,
Enfim, meu amor não é completo!

Sei que minha deficiência,
Nunca foi fisicamente,
Já que minha resistência,
Está em abrir minha mente!

Não sou perfeita pelo que já passei.
Mas preconceito nunca eu tive,
Tanto que hoje sei que nada sei!

Doente meu coração, sofre dor,
Minha alma está deficiente,
Porque não tem ainda seu amor!


© SOL Figueiredo
12/07/2011 – às 15:15h.
Reeditado em 14/08/2011
Publicado no Recanto das Letras em 14/08/2011- 21:55h. Cód.: 3160304
Copyright © 2011. Todos os direitos reservados.

Soneto 5 - Em Luto Estou!


Em luto estou!


Sempre me fizeste um doce elogio,
Com palavras de carinho e atenção,
Só de lembrar, amigo, me arrepio,
Vou te ter sempre no meu coração!

Recebi nessa hora tão espantada,
Essa triste e dolorosa sentença.
A literatura brasileira enlutada,
Fica agora sem a tua presença!

Milton, seu desejo é nosso desejo,
Faremos tudo para essa conquista,
Prêmio Jorge Amado de Literatura,
Será então o nosso maior pelejo!

Falar de ti é falar de um sonho,
Embora ainda seja tão tristonho,
Refletir seu poetar, é o que almejo!

Que o Senhor Pai te dê um lindo lar,
Pois ao Seu lado sempre vais estar,
Deixo para ti, meu doce beijo!


© SOL Figueiredo
12/08/2011 - às 14h
Singela homenagem ao poeta e escritor Milton Gama, falecido em 10/08/2011.

Publicado no Recanto das Letras em 12/08/2011 – 14:25h
Código do Texto: T3155786
Copyright © 2011. Todos os direitos reservados.

sábado, 10 de setembro de 2011

Soneto 4 - Deficiência na alma!


Deficiência na alma!

O que seria ser deficiente?
Estou tentando responder,
Sinto-me tão insuficiente,
Aqui tentando escrever!

Sentindo na minha própria pele,
Então deficiência temporária,
Acredite, muita gente repele,
Ainda é uma lei tão primária!

Cega e não vejo toda mazela!
Talvez seja ainda tão surda,
Não ouço o choro vindo dela!

Tão sem tato, sem seu contato!
Com certeza, seja tão muda,
Se para todo mundo não grito!


© SOL Figueiredo
12/07/2011 – às 15:15h
Reeditado em 14/08/2011

Publicado no Recanto das Letras em 14/08/2011 - 3160037
Copyright © 2011. Todos os direitos reservados.

Soneto 3 - Cansada estou!


Cansada estou!

Minha vida sempre foi sofrida,
És minha vida, ó vida vivida!
Meu ser sofre todos dias sem você.
Minha dor fica aqui dentro a doer!

Serei eu, uma pessoa predestinada,
a sofrer assim nessa longa estrada?
Cansada estou de tanta desgraça.
Ó vida de nada, só e sem nenhuma graça!

Meu coração então te entreguei,
minha dor, meu passado eu expus,
meu sofrimento, toda minha cruz!

Surge a esperança d'um dia sob a lua,
sermos um único ser de paz e luz,
e termos este amor que tanto reluz!


© Sol Figueiredo
11/07/2011 – às 00:15h

Publicado no Recanto das Letras em 11/07/2011 – Reeditado em 13/08/2011
Código do Texto: T3158008
Copyright © 2011. Todos os direitos reservados.

Soneto 2 - Cansada ainda estou!


Cansada ainda estou!

Desdenhaste todos meus carinhos,
E tudo que a ti entregaste.
Nossas vidas e nossos caminhos,
Sem rumo assim tornaste.

Cansada estou pois me magoaste,
Com tua falta de afeto e amor.
Nova amada cada dia arrumaste,
Como és um eterno sonhador!

Te digo: só teu amor me bastaria,
Repleto de carinhos e teu calor,
Contigo uma vida inteira viveria.

Não quero nada de valor para mim,
Nunca seria feliz sem teu amor.
Sim, o meu amor é teu, enfim!


© Sol Figueiredo
11/07/2011 – às 00:15h

Publicado no Recanto das Letras em 11/07/2011 – Reeditado em 13/08/2011
Código do Texto: T3158625
Copyright © 2011. Todos os direitos reservados.

sexta-feira, 9 de setembro de 2011

Soneto 1 - Aonde estará?


Aonde estará?

Mais um dia amanheceu,
E eu lembrando cada momento,
De tudo o que aconteceu,
Quando liberamos nosso sentimento!

Aonde estará aquele que me encantou,
Tão forte ao mesmo tempo tão carente?
Aonde estará aquele que um dia me ofertou,
O que eu sonhava tanto, fez-se tão contente!

A lágrima nesse momento
É uma companheira constante,
Na tristeza desse rompimento!

Queria revê-lo e matar essa saudade,
Pois só seu carinho e seu zelo,
Podem consumir essa enorme vontade!


© SOL Figueiredo
12/07/2011 às 12:00h Reeditado em 13/08/2011

Publicado no Recanto das Letras em 13/08/2011 – 14:25h
Código do Texto: T3155786
Copyright © 2011. Todos os direitos reservados.